terça-feira, 27 de outubro de 2015

O banco e a cadeia de favores

O banco e a cadeia de favores

Diz o velho ditado que “cá se faz, cá se paga”, contudo como os processos se desenrolam variam de circunstância para circunstância e de pessoa para pessoa.

Enquanto uns fazem favores a espera que os mesmos sejam retribuídos de forma igual ou parecida pela mesma pessoa a quem o favor foi feito. Outros deixam que o entrelaçado das energias do mundo o favoreçam, fazendo os favores sem olhar a quem.

Alguns favorecidos pela ajuda alheia, não têm mãos a medir a retribuir quem um dia os ajudou; outros até podem parecer ingratos mas distribuem e estendem a sua generosidade para muito mais além do que um mero individuo e a sua prole e uns pouquíssimos, no cúmulo do egoísmo exclamam: não devo nada a ninguém e se alguém me ajudou foi porque quis.

Todos, devemos alguma coisa a alguém. Realmente uns devem menos e outros devem mais, uns devem diretamente e outros indiretamente, uns preocupam-se mais outros preocupam-se menos com isso, concluindo: independentemente das circunstâncias todos vivemos da dívida ou pela dívida.

Entretanto algumas pessoas são muito conscientes e estão alerta de que tanto quanto o dinheiro, os favores são de grande valor e valia, criam deste modo um banco com contas onde debitam e creditam favores a torto e a direito criando garantias que dinheiro algum possa comprar. Outros porém, acreditam que a solidariedade e generosidade genuínas deveriam e devem acontecer, fazendo o bem sem olhar a quem e deixando que seja o destino a favorecer o retorno, criam eles deste modo a cadeia de favores.

Acontece que das dívidas “bancárias” (entre aspas) alguns fogem ou fazem pretensão de fugir, destas mesmas dívidas nem a morte do banqueiro ou a ausência do credor evitam de ser cobradas porque haverá sempre uma prole a vigiar e a cuidar dos interesses e outros a pagar porque aquilo que não pediram. Mas há sempre aqueles que conseguem dar a volta ao processo a seu único favor e interesses e com esses haja banco ou cobradores, o destino é justo para com todos e no fim sempre irá prevalecer, ainda que catástrofes inimagináveis aconteçam, sempre irá prevalecer a cadeia de favores, em que quem tem dívidas de algum modo irá pagar, quem tem créditos  algum retorno há de ter.

Portanto cobre o que tiver que cobrar se assim o achar, entretanto não cobrando, deixará em aberto uma multiplicidade de opções de ter o retorno das suas boas ações, generosidade e solidariedade, porque quer se queira, quer não “ cá se faz, cá se recebe”; e para quem doutro modo agiu, o processo é o mesmo, pois a lei da vida é condicional e inevitável a todos, daí que “ cá se aprontou, cá se paga”; vai é depender de cada um, que tipo de créditos irá acumular e que tipo de contas com certeza terá que debitar.

Redação e locução de Mel Gambôa O banco e a cadeia de favores

Diz o velho ditado que “cá se faz, cá se paga”, contudo como os processos se desenrolam variam de circunstância para circunstância e de pessoa para pessoa.

Enquanto uns fazem favores a espera que os mesmos sejam retribuídos de forma igual ou parecida pela mesma pessoa a quem o favor foi feito. Outros deixam que o entrelaçado das energias do mundo o favoreçam, fazendo os favores sem olhar a quem.

Alguns favorecidos pela ajuda alheia, não têm mãos a medir a retribuir quem um dia os ajudou; outros até podem parecer ingratos mas distribuem e estendem a sua generosidade para muito mais além do que um mero individuo e a sua prole e uns pouquíssimos, no cúmulo do egoísmo exclamam: não devo nada a ninguém e se alguém me ajudou foi porque quis.

Todos, devemos alguma coisa a alguém. Realmente uns devem menos e outros devem mais, uns devem diretamente e outros indiretamente, uns preocupam-se mais outros preocupam-se menos com isso, concluindo: independentemente das circunstâncias todos vivemos da dívida ou pela dívida.

Entretanto algumas pessoas são muito conscientes e estão alerta de que tanto quanto o dinheiro, os favores são de grande valor e valia, criam deste modo um banco com contas onde debitam e creditam favores a torto e a direito criando garantias que dinheiro algum possa comprar. Outros porém, acreditam que a solidariedade e generosidade genuínas deveriam e devem acontecer, fazendo o bem sem olhar a quem e deixando que seja o destino a favorecer o retorno, criam eles deste modo a cadeia de favores.

Acontece que das dívidas “bancárias” (entre aspas) alguns fogem ou fazem pretensão de fugir, destas mesmas dívidas nem a morte do banqueiro ou a ausência do credor evitam de ser cobradas porque haverá sempre uma prole a vigiar e a cuidar dos interesses e outros a pagar porque aquilo que não pediram. Mas há sempre aqueles que conseguem dar a volta ao processo a seu único favor e interesses e com esses haja banco ou cobradores, o destino é justo para com todos e no fim sempre irá prevalecer, ainda que catástrofes inimagináveis aconteçam, sempre irá prevalecer a cadeia de favores, em que quem tem dívidas de algum modo irá pagar, quem tem créditos  algum retorno há de ter.

Portanto cobre o que tiver que cobrar se assim o achar, entretanto não cobrando, deixará em aberto uma multiplicidade de opções de ter o retorno das suas boas ações, generosidade e solidariedade, porque quer se queira, quer não “ cá se faz, cá se recebe”; e para quem doutro modo agiu, o processo é o mesmo, pois a lei da vida é condicional e inevitável a todos, daí que “ cá se aprontou, cá se paga”; vai é depender de cada um, que tipo de créditos irá acumular e que tipo de contas com certeza terá que debitar.

Redação e locução de Mel Gambôa O banco e a cadeia de favores

Diz o velho ditado que “cá se faz, cá se paga”, contudo como os processos se desenrolam variam de circunstância para circunstância e de pessoa para pessoa.

Enquanto uns fazem favores a espera que os mesmos sejam retribuídos de forma igual ou parecida pela mesma pessoa a quem o favor foi feito. Outros deixam que o entrelaçado das energias do mundo o favoreçam, fazendo os favores sem olhar a quem.

Alguns favorecidos pela ajuda alheia, não têm mãos a medir a retribuir quem um dia os ajudou; outros até podem parecer ingratos mas distribuem e estendem a sua generosidade para muito mais além do que um mero individuo e a sua prole e uns pouquíssimos, no cúmulo do egoísmo exclamam: não devo nada a ninguém e se alguém me ajudou foi porque quis.

Todos, devemos alguma coisa a alguém. Realmente uns devem menos e outros devem mais, uns devem diretamente e outros indiretamente, uns preocupam-se mais outros preocupam-se menos com isso, concluindo: independentemente das circunstâncias todos vivemos da dívida ou pela dívida.

Entretanto algumas pessoas são muito conscientes e estão alerta de que tanto quanto o dinheiro, os favores são de grande valor e valia, criam deste modo um banco com contas onde debitam e creditam favores a torto e a direito criando garantias que dinheiro algum possa comprar. Outros porém, acreditam que a solidariedade e generosidade genuínas deveriam e devem acontecer, fazendo o bem sem olhar a quem e deixando que seja o destino a favorecer o retorno, criam eles deste modo a cadeia de favores.

Acontece que das dívidas “bancárias” (entre aspas) alguns fogem ou fazem pretensão de fugir, destas mesmas dívidas nem a morte do banqueiro ou a ausência do credor evitam de ser cobradas porque haverá sempre uma prole a vigiar e a cuidar dos interesses e outros a pagar porque aquilo que não pediram. Mas há sempre aqueles que conseguem dar a volta ao processo a seu único favor e interesses e com esses haja banco ou cobradores, o destino é justo para com todos e no fim sempre irá prevalecer, ainda que catástrofes inimagináveis aconteçam, sempre irá prevalecer a cadeia de favores, em que quem tem dívidas de algum modo irá pagar, quem tem créditos  algum retorno há de ter.

Portanto cobre o que tiver que cobrar se assim o achar, entretanto não cobrando, deixará em aberto uma multiplicidade de opções de ter o retorno das suas boas ações, generosidade e solidariedade, porque quer se queira, quer não “ cá se faz, cá se recebe”; e para quem doutro modo agiu, o processo é o mesmo, pois a lei da vida é condicional e inevitável a todos, daí que “ cá se aprontou, cá se paga”; vai é depender de cada um, que tipo de créditos irá acumular e que tipo de contas com certeza terá que debitar.

Redação e locução de Mel Gambôa para o programa "Amanhã é Outro Dia" de Paulo Araújo na LAC - Luanda Antena Comercial 95.5 FM


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