sexta-feira, 28 de julho de 2017

Transgeneridade.

Transgeneridade é a ideia de se ser "politicamente correctx" para agradar os sentimentos e processos imaginários de terceiros em função das suas próprias subjetividades que não são tangivelmente comuns aos outros, abusando da empatia alheia para forçar a todos de brincar de imaginar.

1. Ainda que um homem "se sinta mulher ou seja goste da feminilidade" isso é única e exclusivamente problema dele individualmente, pois o seu metabolismo vai continuar a processar bebidas alcoólicas por exemplo como uma pessoa do SEXO masculino, pois para se calcular o teor de álcool no sangue se faz uma estimativa com base no tipo de bebida alcoólica, SEXO (e não género) e peso da pessoa, as quantidade de doses consumidas e tempo decorrido, o seu corpo vai continuar a produzir testosterona ainda que isso possa hoje em dia ser manipulado com fármacos, etc.

2. O exemplo do cálculo de álcool no sangue vale para as mulheres, que mesmo que elas "se sintam homens ou seja se identifiquem com a masculinidade", o processo de calculo de álcool no sangue tem em consideração o sexo (não género) e peso da pessoa, assim como vão continuar a ter a capacidade biológica de portarem um embrião até o nascimento de um novo ser humano, etc.

3. Ninguém nasce com assignação de género a nascença e isso é o erro comum das pessoas que tentam desconstruir as questões da identidade de género com mais outra roda de falácias para manter o status quo masculinistas. A natureza "não se curva perante o género" como muitos argumentos de ciência falsa tentam assegurar. O género é forçado nas pessoas em função dos seus genitais e no caso das pessoas intersexo a ideologia de classificar seres humanos por género literalmente mutila um dos órgãos dessa pessoa para adequa-la ao género seleccionado por equipa médica e pais.

3.a) SENTIMENTOS sendo subjectivos desafiam a realidade tangível de um modo aberrante e forçando a se ter empatia com um transtorno psicológico como se fosse ok por exemplo: uma pessoa com 1.50m poder afirmar que se sente com 2m e as pessoas terem que lidar como se fosse natural ao igual que a roupa transparente do rei, o mesmo se aplica termos que aceitar porque o sujeito assim o deseja que um homem de 52 anos seja tratado como uma menina de 5 anos, ou ainda que um ser humano que se identifique como um gato se pretenda comportar como tal. É como se a sociedade se tivesse tornado num infantário cheio de crianças mimadas que se não se lhes fizer as vontades então os seus "direitos humanos" estão a ser desrespeitados enquanto direitos humanos como decidir sobre o próprio corpo, segurança, justiça vão sendo apagados do esquema social.

4. É o papel de género forçado nas pessoas que é o problema e como ele é rentável na sociedade capitalista, é mais conveniente multiplica-lo e adptá-lo as vontades dos/as fregueses/as garantindo assim um espectro maior de consumidores.

5. Já o sexo e o aparelho genital é o que é. E faz partes das funções vitais humanas e o mesmo não é nenhuma assignação e sim um FACTO BIOLOGICO, assim como os cromossomas e o DNA. Pénis ou vagina não torna ninguém homem ou mulher que são classificações e imposições socio culturais assignadas e forçadas a pessoas nascidas com pénis ou com vagina respectivamente.

6. Ter relações sexuais com o mesmo sexo é parte da sexualidade e nada tem a ver com o género, já que sexo entre vaginas e entre pénis, existe independentemente dos papeis de género impostos na fêmea humana (classificada como mulher) e no macho humano (classificado com homem).

7. A transgeneridade de per si é uma ameaça a sexualidade humana como tal, quando a mesma se pretende homosexual, já que a transgeneridade é fortemente pautada pela heterosexualidade compulsória, ou seja um humano macho gostar de outro humano macho implica ele ser mulher, dentro da lógica da transgeneridade e uma humana fêmea gostar de outra humana fêmea implica ela ser homem, dentro da lógica já citada, o que nesse caso anularia a própria existência de pessoas lésbicas e gays.

8. A transgeneridade além de pautada pelo subjetivismo, alienação da realidade, dissonância cognitiva e da heterosexualidade compulsória também reforça outras opressões e confunde pautas de importância vital na existência tangível das pessoas, tal como a menstruação da fêmea humana, o permanente estado de possível fecundação de um útero pelo macho humano e as desigualdades reais e tangíveis entre ambxs.

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