terça-feira, 22 de agosto de 2017

Uma analogia a transgeneridade.

Transgeneridade funciona assim:
Se uma pessoa decidir que no lugar do sinal de tráfico vermelho ela vê a cor verde, pois ela sente que o vermelho não é a definição correcta para aquilo que ela SENTE que é a cor verde então:
a) temos que respeitar a sua liberdade de opinião, já que os seus sentimentos e subjetividades são agora um direito humano ainda que que isso requeira literalmente brincar de jogos imaginários.
b) temos que respeitar a sua subjectividade ainda que não tenha lógica ou coerência para a maioria até que todos aprendam o código de vamos entender o que a outra pessoa quer dizer, e isso também irá valer para quem achar que o vermelho na verdade é amarelo e assim sucessivamente.
O que sucede é que a pessoa que SENTE que o vermelho é verde, por norma só tem as regras alteradas para si mesmas, pois cada um é guiado pelas suas regras individuais, daí que:
a) se ela arrancar no sinal vermelho pois elas acredita que é verde, se sofrer um acidente de carro esse acidente é rotulado de transfobia.
b) se ela parar o carro no sinal verde pois ela acredita que é o vermelho por exemplo, qualquer altercação no transito é rotulada de transfobia.
Conclusão: todo esse experimento social sobre a legitimação da psicadelia transgenera, tem como fim último deslegitimizar a luta feminista, para continuar a confinar a humana fêmea ao papel de reprodutora e incubadora, sem direitos e vetada ao silêncio. Ou seja quando a realidade e a imaginação não puderem conviver mais no mesmo lugar, qualquer queixa de uma mulher em relação a violência contra ela será rotulada de psicadelia. Nada de novo no patriarcado, é só uma nova forma de dominar.
Precisamos que a profecia de Dworkin se realize.
Em suma o pós modernismo é como a história de "O Fato novo do Imperador" que passo aqui no link:

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